segunda-feira, 15 de abril de 2013

Trabalho mensal 3 ANO DO EMI 2013

Descuido com a natureza

Os efeitos da poluição e destruição da natureza são desastrosos: se um rio é contaminado,
a população inteira sofre as consequências.
A poluição está prejudicando os rios, mares e lagos; em poucos anos, um rio sujeito a poluição poderá estar completamente morto. Para despoluir um rio gasta-se muito dinheiro, tempo e o pior: mais uma enorme quantidade de água.
Os mananciais também estão em constante ameaça, pois acabam recebendo a sujeira das cidades, levada pela enxurrada junto com outros detritos.
Fonte: Adaptação: http://www.tvcultura.com.br/aloescola/ciencias/aguanaboca/index.htm


1 - A partir do texto acima responda:
O tema central do texto é:
a) Poluição da água.
b) Poluição da natureza.
c) Conservação da água.
d) Conservação da natureza

2 - De acordo com oque aprendeu sobre dissertação nesses três anos de EMI continue essa redação inserindo mais dois parágrafos utilizando-se de argumentos e depois faça a conclusão.

* Obs.: Essa tarefa será pontuada na nota mensal e é individual. Textos parecidos obterão nota zero.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

AULA PROGRAMADA - LÍNGUA PORTUGUESA - 2º ANO

Transitividade verbal –
objeto direto e objeto indireto

Leiam este poema, de Elias José, e respondam as questões:

Tempo
Passou o tempo de roubar amoras,
mangas, goiabas e mexericas
no quintal dos vizinhos.
Passou o tempo de sonhar vitórias,
com sorriso de campeão
de futebol, basquete ou corrida de carro.
Passou o tempo de empinar pipas
e dar asas aos olhos e ao corpo
para soltar-me no espaço com elas.
Passou o tempo de não ter vergonha
de ser rei dos castelos de areia
ou de esconder tesouros de figurinhas,
bolinhas de gude e pedras preciosas.
Passou o tempo de caçar briga,
chamar pro braço ou xingar a mãe
e a raça toda do amigo-inimigo.
Chegou um tempo de sonhar com a noite
na cidade, com todas as luzes e sons
que ainda amedrontam quando chamam.
Chegou o tempo de brigar com o mundo,
sentir sufoco, calor nas mãos
e asas nos pés que querem sumir,
sair de casa e ganhar o mundo.
Chegou o tempo de pensar em namoradas
e sonhar com corpos e beijos
que vivem mais nos poemas que no real.
(Cantigas de adolescer. 7. ed. São Paulo: Atual, 1993. p. 40-1.)

1) Na frase Passou o tempo de roubar amoras temos um:
a) verbo transitivo direto
b) verbo transitivo indireto
c) intransitivo
d) complemento verbal
e) Transitivo direto e indireto

2)  Na frase Passou o tempo de empinar pipas o termo em negrito é:
a) Verbo transitivo indireto
b) intransitivo
c) verbo transitivo direto
d) complemento nominal


3 - A qual período de tempopela qual uma pessoa passa a estrofe abaixo se refere:
Chegou o tempo de brigar com o mundo,
sentir sufoco, calor nas mãos
e asas nos pés que querem sumir,
sair de casa e ganhar o mundo.

R: ___________________________________________

4) Falar de objeto direto, indireto, VTDI é falar de:
 a) termos acessórios da oração
b) sujeito
c) termos integrantes do sujeito
d) termos integrantes da oração
e) n.d.a

Cada um poste sua resposta nos comentários (essa tarefa constitui nota mensal) - Não esqueça de escrever seu nome no final da postagem.



AULA PROGRAMADA - LÍNGUA PORTUGUESA - 1º ANO

 Leia o texto abaixo e responda aos questionamentos.

Fonemas e letras

Sons e letras não são a mesma coisa

Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
Para você som e letra é a mesma coisa? Então você está precisando estudar fonologia, parte da gramática que se dedica a estudar os sons da língua. Vamos fazer essa viagem acompanhados de Emília, a bonequinha de pano de Monteiro Lobato:
“Trotou, trotou e, depois de muito trotar, deu com eles numa região onde o ar chiava de modo estranho.
- Que zumbido será esse? – indagou a menina. – Parece que aqui andam voando por aqui milhões de vespas invisíveis.
- É que já entramos em terras do País da Gramática – explicou o rinoceronte. Estes zumbidos são os Sons Orais, que voam soltos no espaço.
- Não comece a falar difícil que nós ficamos na mesma – observou Emília. – Sons orais, que pedantismo é esse?
Som Oral quer dizer som produzido pela boca. A, E, I, O, U são sons orais, como dizem os senhores gramáticos.
- Pois diga logo que são letras! Gritou Emília.
Mas não são letras! – protestou o rinoceronte Quando você diz A ou Ó você está produzindo um som, não está escrevendo uma letra. Letras são sinaizinhos que os homens usam para representar estes sons. Primeiro há os sons, depois é que aparecem as letras, para marcar esses sons. Entendeu?
Monteiro Lobato, "Emília no País da Gramática"

O rinoceronte tem toda a razão. Ele chamou a atenção para um fato importante, que muitas vezes a gente nem percebe. Sons e letras são coisas diferentes. Ouvimos os sons e vemos as letras. As letras existem para representar os sons. Quando nos alfabetizamos, aprendemos a relacionar as letras com os sons. Passamos da linguagem oral para a linguagem escrita.

Letras representam fonemas

Os sons da nossa fala são produzidos pelo aparelho fonador. Esses sons são chamados de "fonemas". Na escrita, representamos os fonemas por meio de letras.

A partir desse texto retirado de:
http://educacao.uol.com.br/portugues/fonologia-1-sons-e-letras-nao-sao-a-mesma-coisa.jhtm
RESPONDA:
1) Qual a diferença entre fonema e letra
2) Retire do texto uma palavra e faça a contagem dos fonemas e das letras.
3) Encontre um dígrafo e um encontro consonantal e copie classificando-os.

AULA PROGRAMADA - LITERATURA 1º ANO

  • TROVADORISMO
  •  Como forma de se apropriarem do conhecimento adquirido em nossa aula no data-show sobre Trovadorismo, trago aqui uma comparação, uma música cujo autor é do sexo masculino, o intérprete da música é do sexo masculino, porém a letra revela um eu-lírico feminino.
  • Baseados no conhecimento adquirido em nossas aulas de literatura respondam considerando a letra E MÚSICA de Cazuza.
1-  Qual é o eu lírico que fala nessa música (feminino ou masculino).
2 - E o autor e o intérprete? (masculino ou feminino?)
3-  Caracterizem o eu-lírico da música. (Como ele é, como age...)



AULA PROGRAMADA - 2º ANO - LITERATURA

Leiam a poesia abaixo, que pertence a Gonçalves Dias, poeta da primeira geração do Romantismo. Depois, pesquisem uma poesia de uma das gerações românticas, copiem, postem nos comentários enfatizando a qual geração pertence a poesia, qual autor escreveu e elenquem 3 características da geração escolhida. (atenção não copiem um do outro pois poema repetido terá nota zero). A tarefa constitui nota mensal.

CANÇÃO DO EXÍLIO
Gonçalves Dias

Onde canta o Sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossas flores têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá. 

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

AULA PROGRAMADA - 2 ANO LITERATURA

 Leiam a poesia abaixo, que pertence a Gonçalves Dias, poeta da primeira geração do Romantismo. Depois, pesquisem uma poesia de uma das gerações românticas, copiem, postem nos comentários enfatizando a qual geração pertence a poesia, qual autor escreveu e elenquem 3 características da geração escolhida. (atenção não copiem um do outro pois poema repetido terá nota zero). A tarefa constitui nota mensal.

Canção do Exílio
Gonçalves Dias

"Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossas flores têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá. 

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.






terça-feira, 8 de maio de 2012

AULA PROGRAMADA PRODUÇÃO INTERATIVA - 1º ANO

CRÔNICA

Recado ao Senhor 903 

 

“Vizinho,Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal – devia ser meia-noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor ainda teria ao seu lado a Lei e a Polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito a repouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor; é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001, ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos: apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão: ao meu número) será convidado a se retirar às 21h45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 às 7 pois as 8h15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará ate o 527 de outra rua, onde ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada: e reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas – e prometo silêncio.
[...] Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: ‘Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou’. E o outro respondesse: ‘Entra vizinho e come do meu pão e bebe do meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e a cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela’.
E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.”

A partir da leitura da crônica e de ter estudado suas características,  responda (no tópico comentários). As respostas deverão ser bem elaboradas.
Todas as respostas serão avaliadas e terão atribuição de nota mensal para o segundo bimestre.

      1)      Essa crônica aborda um fato corriqueiro? Se sim, explique segundo as características da crônica o porque e aponte com exemplo do texto (retire um trechinho).
2    2)      Qual é a crítica trabalhada na crônica? Exemplifique retirando um trechinho do texto.
3    3)      A descrição dos personagens é pormenorizada. Se não é, diga o porque de acordo com as características de crônicas.
4    4)   Qual é o tipo de narrador? Exemplifique com uma citação retirada da crônica.
5    5)      A linguagem é simples ou rebuscada? Porque se utiliza esse tipo de linguagem nas crônicas?
6    6)      O que confere o humor da crônica?
7    7) Crônica tem muitos personagens? Sim, não e porque?

      Para saber mais sobre crônica acesse o site: http://www.brasilescola.com/redacao/a-cronica.htm

    BOM TRABALHO!
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