sexta-feira, 21 de março de 2014

GRUPOS DO LIVRO EURICO, O PRESBÍTERO DE ALEXANDRE HERCULANO



PROVA DO LIVRO: EURICO, O PRESBÍTERO

Leia o enxerto abaixo e responda:

1 - A queda do império Godo às mãos dos árabes lembra-nos a falência dos paradigmas organizadores das sociedades ocidentais do nosso tempo. À semelhança de Eurico, o Presbítero, testemunhamos novas paixões religiosas, guerreiras, líricas e amorosas.



A - Como se chama o gênero lírico em que se volve o olhar para o passado e se conta a história de um povo?


b- A partir das características do Romantismo elencadas na lousa em nossas aulas, diga o porque podemos classificar o romance de Alexandre Herculano nesse gênero?


2 – Em qual das gerações românticas podemos classificar o romance.

b) Por quê? Evidencie características para classificar.


3 - A morte: esta ideia, tremenda, indiferente ou formosa, segundo a vida a risonha, pálida ou negra, veio suavizar o martírio daquela alma atribulada, como em estilo ardente as grossas águas da trovoada refrigeram a terra, que estua sob os raios aprumados do Sol. (Eurico, O Presbítero, Lisboa, Porto Editora, Coleção Clássicos da Literatura Portuguesa/Biblioteca Digital: 145)

Que característica do romantismo pode ser percebida nesse trecho do romance? Retire do texto uma frase em que essa característica se evidencie.

4 – Quem era o Cavaleiro Negro?


5 – Por que Eurico morre num ato de auto sacrifício? Como isso acontece?

6 – “Se nem sempre age na intriga como mulher de carne e osso, suporta poeticamente a responsabilidade de média do sexo fraco; é a mulher-anjo, romântica: ‘presa, de um lado, à humanidade pela fraqueza e pela morte, aos
espíritos puros pelo amor e pelo mistério’. (...)”  
A partir do trecho lido, fale sobre uma característica da mulher no Romantismo ou complete: ela é___________________________________.

7 – Embora possa ser configurada na geração romântica que você respondeu na pergunta número dois, esse romance, também tem um pouco de uma outra geração? Qual é essa geração? Comente sobre as características.

GRUPOS DO LIVRO "AMOR DE PERDIÇÃO" DE CAMILO CASTELO BRANCO



PROVA DO LIVRO AMOR DE PERDIÇÃO DE CAMILO CASTELO BRANCO

1 - Camilo Castelo Branco, em Amor de Perdição , demonstra particular cuidado na construção
de um personagem cuja fala reproduzimos abaixo. No trecho escolhido, o personagem tenta
dissuadir Simão Botelho de tentar encontrar-se com a amada.
“Sr. Simão, V. Sª não sabe nada do mundo... Paixões... que as leve o diabo, e mais quem com elas engorda. Por causa de uma mulher, ainda que ela seja filha do rei, não se há de um homem botar a perder. Mulheres há tantas como a praga, e são como as rãs do charco, que mergulha uma, e aparecem quatro à tona da água. Um homem rico e fidalgo como V. Sª, onde quer topa uma com um palmo de cara como se quer e um dote de encher o olho. Deixe-a ir com Deus ou com a breca, que ela, se tiver de ser sua, à mão lhe há de vir dar, tanto faz andar para trás como para diante: é ditado dos antigos.”
Leia o trecho citado e resolva as seguintes questões:
A)    “Deixe-a ir com Deus ou com a breca”. A quem se refere o personagem?


2 -    “Viram-na, um momento, bracejar, não para resistir à morte, mas para abraçar-se ao cadáver de Simão, que uma onda lhe atirou aos braços.  O comandante olhou para o sítio donde (...) se atirara, e viu, enleado no cordame, o avental, e à flor da água, um rolo de papéis, que os marujos recolheram na lancha.”
Após terem lido, respondam:
a)      Quem se atirou na água?
b)      Qual o papel dela na trama?
3 – Porque Amor de Perdição é considerado um romance passional?

4 – Explique porque o sentimento amoroso entre Simão e Teresa enquadra-se em qual das gerações românticas? Responda a qual geração e explique o porquê, ou seja, de que forma podemos fazer esse paralelo.

5 – William Shakespeare (1564-1616) é o maior dramaturgo da língua inglesa. Sua obra influenciou grande número de escritores e até hoje continua a inspirar. O próprio Camilo Castelo Branco baseou-se em uma de suas peças, Romeu e Julieta, para criar Amor de perdição. Ao longo do tempo, algumas das histórias que Shakespeare criou têm sido recontadas e atualizadas. Apesar de pertencerem a estilos e a épocas diferentes, tanto Romeu e Julieta como Amor de perdição compartilham o mesmo tema: o amor proibido versus o dever de obedecer à família. Na sua opinião, e, observando as características do Romantismo, por que os dois autores fecham suas histórias destinando as personagens a um fim trágico?

6 - O trecho abaixo descreve o comportamento social esperado de um indivíduo no século XIX. Leia-o e responda: Qualquer singularidade, [no vestir como] em qualquer campo, é um pecado de lesa-sociedade. Deve-se sempre ceder ao desejo do grupo, sem jamais impor o seu próprio: não pedir papel para escrever ou reclamar o urinol quando as carnes estiverem prontas para servir e as mãos lavadas. Não se deve ser nem tímido, nem familiar, nem melancólico. Deve-se sempre manter a dignidade com os criados (alguns “soberbos” “estão sempre repreendendo seus criados e mantendo toda a família em perpétuo rebuliço”), e na rua, onde o passo não deve ser nem precipitado nem muito lento, e onde nunca se deve olhar fixamente para os passantes. ARIÈS, Phillipe. Da família medieval à família moderna: história social da criança e da família. Tradução: Dora Flaskman. Rio de Janeiro: LTC, 1981.
A família, a partir do século XIX, tem um papel vital na formação do indivíduo, estabelecendo o comportamento acima descrito. De que forma essa convenção social, isto é, a obrigatoriedade da
obediência, reflete-se nas ações das personagens Simão e Teresa, de Amor de perdição?


7)Considerando as atitudes do pai de Simão e do pai de Teresa, discutir se a história dos jovens namorados poderia ocorrer em nossos dias.

quarta-feira, 5 de março de 2014

LITERATURA 1ºano
a denotação - a palavra em seu sentido básico, tal como aparece no dicionário.
As estrelas do céu. 
      Vesti-me de verde. 
      O fogo do isqueiro.
 
a conotação - a palavra com seu significado alterado, permitindo diferentes interpretações, sempre dependendo do contexto em que aparece.
Exemplo:
       As estrelas do cinema.
       O jardim vestiu-se de flores.
       O fogo da paixão.

FONTE: http://www.jodorecantodasletras.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=4385844

TAREFA:
APÓS OS EXEMPLOS ACIMA, RESOLVA OS EXERCÍCIOS. (ESSA TAREFA É AVALIATIVA E EM DUPLA).



Após analisar as figuras abaixo responda:

1 - Qual é o sentido denotativo da charge:

2 - Qual o sentido conotativo?

3 - Qual é a mensagem que o aluno quis passar para a professora?

4 - Aproveitando e fazendo um gancho com nossa recente aula de Língua Portuguesa, qual o tipo de linguagem que o aluno se utilizou para falar com a professora? Explique. (essa questão valerá para avaliar Mensal de Língua Portuguesa)

1 - Qual o sentido denotativo da charge 2?

2 - E o conotativo?

3  - Qual a graça da tira?

BOA SORTE! \OBS.: RESPOSTAS REPETIDAS OU COPIADAS, RECEBERÃO NOTA ZERO!

domingo, 17 de novembro de 2013

Ideias Implícitas e Explícitas - 1º ANO DO EMI

Sua tarefa de hoje é demonstrar como ocorrem as ideias implícitas e explícitas nos quadrinhos.

Para isso, observe o quadrinho abaixo e responda em dupla qual é a ideia implícita e qual a explícita na tirinha de Hagar.




1 - Qual é a informação explícita no quadrinho?
2 - Qual e informação implícita?

3 - Após, verifique no link abaixo as tirinhas, escolha uma das tirinhas e fale qual a ideia implícita e a ideia explícita presente na tirinha. Não esqueça de colocar o título da tirinha escolhida para que eu possa identificar e avaliar.

Obrigada!Escolham uma das tirinhas presentes no link abaixo conforme instruções do blogger.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

EXERCÍCIOS DE CRASE



EXERCÍCIOS DE CRASE PARA 2º ANO DO EMI

Caros alunos, essa atividade é avaliativa e deve ser feita em dupla. Façam com atenção, sem pressa de terminarem. Avaliem o conhecimento de vocês!

Abraço,

Professora Eliza Peron


1 - (PUC) A frase em que o acento grave indica corretamente a ocorrência de crase é:
a) Ele deve muito aos pais, que sempre lutaram ombro à ombro para garantir-lhe um bom tratamento médico.
b) Puseram a vítima e o acusado frente à frente, para o possível reconhecimento do agressor.
c) Acompanhou-o passo à passo durante sua estada no Brasil.
d) Quero que você fique bem à vontade para negar meu pedido, se não puder atendê-lo.
e) Ele sempre vem à pé, por isso costuma atrasar-se.


2 - “Eles, os pobres desesperados, tinham a euforia de fantoches.”
A vírgula foi empregada pela mesma razão que na frase acima em:
a) “Desse jeito, o amigo acaba com o estoque e a comarca não tem dinheiro para comprar vírgulas novas.”
b) “Fez outros ofícios, semeou vírgulas empenadas por todos os lados e acabou despedido.”
c) “Como era sujeito de brio, tomou aulas de gramática…”
d) “Borjalino foi trabalhar, como escriturário, na Divisão de Rendas de São Miguel do Cupim.”
e) “O encarregado das rendas, sujeito sem vírgulas e sem crase, foi franco…”
Questão 4

3 - A crase foi empregada incorretamente em:
a) Cravava vírgulas e crases à maneira de um ourives.
b) Ao chegar à casa, Borjalino percebeu que seu esforço fora em vão.
c) Agora o esplêndido funcionário estava à toa.
d) Todos resistiam à sua erudição.
e) Borjalino seguiu até à porta, abriu-a e saiu sem olhar para trás.
Quando a palavra casa é tomada na acepção de residência da pessoa em questão, não deve ser precedida de artigo definido. E casa não está determinada.


4 .Assinale a alternativa cujas formas preenchem corretamente as lacunas:
1) Veio ___ Curitiba.
2) Referia-se ___ revistas publicadas.
3) Relatei o fato ___ certa pessoa.
4) Não irei ___ festa.
5) Fez alusão ___ viagem.
a) à, a, a, aquela, à
b) a, a, a, àquela, à
c) a, à, à, aquela, a
d) a, a, a, aquela, a
e) à, à, à, àquela, à


Exercício 5: (UFMS 2010)
Avalie as duas frases que seguem:
I. Ela cheirava à flor de romã.
II. Ela cheirava a flor de romã.
Considerando o uso da crase, é correto afirmar: (Fazer o somatório e colocar o total).
1)
As duas frases estão escritas adequadamente, dependendo de um contexto.
2)
As duas frases são ambíguas em qualquer contexto.
4)
A primeira frase significa que alguém exalava o perfume da flor de romã.
8)
A segunda frase significa que alguém tem o perfume da flor de romã.
16)
O “a” da segunda frase deveria conter o acento indicativo da crase.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Questões de Coesão e Coerência - 1º ano do EMI



Assinale a opção em que a estrutura sugerida para preenchimento da lacuna correspondente provoca defeito de coesão e incoerência nos sentidos do texto.

A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. ___1___ dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.

Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil habitantes. ___2___, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 – 121,6% –, ___3___, ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes. ___4___, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média, a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.

Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. ___5___ a vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens pobres e negros, do sexo masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da violência no Brasil.

(PROVA AFTN/RN 2005)
 


(Adaptado de http://www.brasil.gov.br/acoes.htm)
a) 1 – Tanto é assim que
b) 2 – Lamentavelmente
c) 3 – Ou seja

d) 4 – Simultaneamente
e) 5 – Se bem que


Assalto não tem graça nenhuma, mas alguns, contados depois,
até que são engraçados. É igual a certos incidentes de viagem, que,
quando acontecem, deixam a gente aborrecidíssimo, mas depois,
narrados aos amigos num jantar, passam a ter sabor de anedota.
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Uma vez me contaram de um cidadão que foi assaltado em sua
casa. Até aí, nada demais. Tem gente que é assaltada na rua, no
ônibus, no escritório, até dentro de igrejas e hospitais, mas muitos
o são na própria casa. O que não diminui o desconforto da situação.
Pois lá estava o dito-cujo em sua casa, mas vestido em roupa de
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trabalho,  pois resolvera dar uma pintura na garagem e na cozinha.
As crianças haviam saído com a mulher para fazer compras e o
marido se entregava a essa terapêutica atividade, quando, da
garagem, vê adentrar pelo jardim dois indivíduos suspeitos.
Mal teve tempo de tomar uma atitude e já ouvia:
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— É um assalto, fica quieto senão leva chumbo.
Ele já se preparava para toda sorte de tragédias quando um dos
ladrões pergunta:
— Cadê o patrão?
Num rasgo de criatividade, respondeu:
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— Saiu, foi com a família ao mercado, mas já volta.
— Então vamos lá dentro, mostre tudo.
Fingindo-se, então, de empregado de si mesmo, e ao mesmo tempo
para livrar sua cara, começou a dizer:
— Se quiserem levar, podem levar tudo, estou me lixando, não gosto desse patrão.
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Paga mal, é um pão-duro. Por que não levam aquele rádio ali?
Olha, se eu fosse vocês levava aquele som também. Na cozinha tem
uma batedeira ótima da patroa. Não querem uns discos? Dinheiro
não tem, pois ouvi dizerem que botam tudo no banco, mas ali dentro
do armário tem uma porção de caixas de bombons, que o patrão é 
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tarado por bombom.
Os ladrões recolheram tudo o que o falso empregado indicou e
saíram apressados.
Daí a pouco chegavam a mulher e os filhos.
Sentado na sala, o marido ria, ria, tanto nervoso quanto aliviado do 
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próprio assalto que ajudara a fazer contra si mesmo.

SANTANNA, Affonso Romano. Porta de Colégio e Outras Crônicas.
São Paulo: Ática 1995. (Coleção Para Gostar de Ler).

No trecho "e o marido se entregava a essa terapêutica atividade" (l. 18-19), a expressão destacada substitui
(A) fazer compras.
(B) ir ao mercado.
(C) narrar anedotas.
(D) pintar a casa.



Páris, filho do rei de Troia, raptou Helena, mulher de um rei grego. Isso provocou um sangrento conflito de dez anos, entre os séculos XIII e XII A.C. Foi o primeiro choque entre o ocidente e o oriente. Mas os gregos conseguiram enganar os troianos. Deixaram à porta de seus muros fortificados um imenso cavalo de madeira. Os troianos, felizes com o presente, puseram-no para dentro. À noite, os soldados gregos, que estavam escondidos no cavalo, saíram e abriram as portas da fortaleza para a invasão. Daí surgiu a expressão "presente de grego".
Em "puseram-no", a forma pronominal "no" refere-se: (ENEM 2009)
a) ao termo "rei grego".
b) ao antecedente "gregos".
c) ao antecedente distante "choque".
d) à expressão "muros fortificados".
e) aos termos "presente" e "cavalo de madeira".